Auxílio Brasil: é confirmado até dezembro no valor de R$ 400

Auxílio Brasil: é confirmado até dezembro no valor de R$ 400

Atualmente, o Auxílio Brasil cobre cerca de 23% da população brasileira. No entanto, segundo levantamento do Datafolha, 68% dos beneficiários afirmaram que o valor repassado foi insuficiente, pois a alta inflação e o aumento dos preços dos produtos afetaram diretamente a questão.

Diante disso, no início do mês de abril, o plenário da Câmara dos Deputados apresentou a possibilidade de votar a Medida Provisória 1076/21, que visa a criação de um benefício extraordinário para complementar o valor do Auxílio Brasil até a quantia mínima de R$ 400.

A MP foi editada em dezembro do ano passado, porém ainda dependia da aprovação da PEC dos Precatórios no Congresso Nacional. Contudo, com a transformação da PEC na Emenda Constitucional 114, o pagamento do benefício se estendeu de janeiro a dezembro deste ano.

Muitos parlamentares da oposição classificaram a medida como uma tática eleitoral para aumentar a popularidade do presidente. Portanto, ainda é impossível prever o benefício especial pago pelo Auxílio Brasil e o valor de 224 reais.

De acordo com o Ministério da Cidadania, espera-se um gasto de cerca de R$ 32,04 bilhões para o pagamento do valor complementar durante todo o ano de 2022.

Assim, é possível perceber que o programa social não consegue suprir todas as necessidades dos mais vulneráveis. E, considerando o cenário atual, o benefício se faz extremamente necessário.

Auxílio Brasil não alterou popularidade de Bolsonaro

O Auxílio Emergencial foi uma medida extremamente positiva para o governo Bolsonaro, visto que atendeu a milhares de cidadãos em situação de vulnerabilidade durante a pandemia da Covid-19.

Contudo, o Auxílio Brasil não teve o mesmo efeito. Pelo contrário, a insatisfação entre os beneficiários do substituto do Bolsa Família é ainda maior.

Segundo levantamento do Datafolha, cerca de 25% da população brasileira classifica o governo de Bolsonaro como bom ou ótimo. Entre os contemplados do Auxílio Brasil, esta porcentagem cai para 19%.

Como resultado, a taxa de falha de gestão para os beneficiários é de 47%, ou cerca de 46% da população geral.

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